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Salamandra salamandra

NOMES VULGARES (POPULARES)
Salamandra-de-pintas-amarelas, salamandra, saramela, saramaganta

MORFOLOGIA
Salamandra de tamanho médio com um cumprimento, por norma, entre 14 e 17 cm. Tem uma cabeça grande, aplanada e de contorno arredondado, e uns olhos relativamente proeminentes localizados na posição lateral. O corpo é robusto, com sulcos nos flancos e uma fileira de poros glandulares em cada lado da linha média vertebral. A cauda é de secção transversal redonda e ovalada. Os membros são também robustos, com quatro dedos nas patas anteriores e cinco nas posteriores. A pele é lisa e brilhante, sendo que a coloração dorsal é negra com manchas amarelas em número variável, o que dá origem ao nome vulgarmente utilizado para esta espécie, salamandra-de-pintas-amarelas. Em alguns casos, esta coloração amarela pode, no entanto, dominar sobre o negro. Na região dorsal da cabeça e corpo podem também existir pontuações vermelhas.
O dimorfismo sexual nesta espécie é pouco marcado. Apenas durante o período de reprodução, os machos apresentam a cloaca mais volumosa e o corpo mais delgado do que as fêmeas. Já as fêmeas podem atingir maiores dimensões e, quando grávidas, apresentam a região posterior do corpo muito volumosa.

ESPÉCIES SIMILARES
Distingue-se facilmente das restantes salamandras pela sua coloração preta com vivas manchas amarelas.

COMPORTAMENTO
Os adultos apresentam hábitos noturnos, sedentários e totalmente terrestres, procurando meios aquáticos apenas para se reproduzir. A sua atividade anual está concentrada nos períodos mais húmidos, normalmente entre setembro e maio, que corresponde também à época de reprodução. Esta espécie de salamandras apresenta uma locomoção lenta.
O principal mecanismo de defesa consiste nas secreções tóxicas das suas glândulas cutâneas, nomeadamente das suas grandes glândulas parótidas. A elevada toxicidade desta salamandra é “sinalizada” aos predadores pela sua coloração, com manchas amarelo vivo sobre fundo preto. Por vezes, podem adotar uma posição de defesa que consiste em baixar a cabeça e arquear o corpo, tornando evidentes as suas glândulas parótidas e coloração. Devido a este mecanismo de defesa, não devemos manusear salamandras ou, se o fizermos, deveremos lavar as mãos após o manuseamento, já que poderemos fazer uma reação se em contacto, por exemplo, com os nossos olhos.

ALIMENTAÇÃO
As salamandras adultas alimentam-se de invertebrados terrestres, nomeadamente, escaravelhos, formigas, caracóis, lesmas, minhocas, centopeias e aranhas.

HABITAT
É comum ver-se salamandras onde há muitas árvores, visto que a salamandra gosta de usar pedras, folhas caídas, troncos de árvores apodrecidas cobertos de musgo, para se esconder. Em noites de chuva, é muito provável ver-se as salamandras adultas a atravessar lentamente o campo, os caminhos ou as estradas durante a migração para os locais de postura de larvas. Normalmente, os animais têm tendência a permanecer no mesmo local por vários anos.

DISTRIBUIÇÃO
A salamandra tem uma distribuição muito generalizada pela Península Ibérica e pela Europa, onde ocorrem várias subespécies.
No caso da Salamandra salamandra crespoi está precisamente restrita ao Sudoeste de Portugal, desde Alcoutim, pelas serranias algarvias, norteando pelo sector do Alentejo Litoral até ao estuário do Sado, havendo para além disso um pequeno núcleo na serra da Arrábida/Sesimbra.

Distribuição da Salamandra salamandra em Portugal

CONSERVAÇÃO
As populações mais vulneráveis parecem ser as do Sul do país, onde a espécie é menos abundante e está mais sujeita a dois fatores de ameaça principais: a destruição do seu habitat, que poderá eventualmente ter causado a sua aparente extinção nas planícies agrícolas do Baixo Alentejo, e a introdução de predadores em meio aquático, onde habitualmente se reproduzem.

MITOS ASSOCIADOS
Pode-se considerar a salamandra-de-pintas-amarelas como sendo um animal comum, no entanto continua a ser ocasionalmente morto por ser considerado um animal “peçonhento”/”venenoso”, devido a superstições tais como dar azar a quem se cruza no seu caminho.
As superstições e mitos associados a este animal são de facto já antigas. No século I D.C., o historiador Romano Plínio escreveu que a salamandra é tão fria que extingue o fogo quando entra em contacto com este, expelindo também um líquido da boca que, tocando na pele humana, causa a queda de pelos. A explicação de tal muto pode advir de alguém ter visto uma salamandra a surgir de um tronco durante um fogo florestal ou a escapar das chamas de uma lareira acesa, já que como foi dito, estes animais ocasionalmente se abrigam em troncos húmidos.
Outro mito, escrito no livro “Enciclopédia de Superstições, Folclore e Ciências Ocultas”, diz que se alguém tiver a coragem de lamber três vezes o ventre de uma salamandra, da cabeça à cauda, tornar-se-á resistente ao fogo e pode curar queimaduras em outras pessoas. Seria muito bem que assim fosse, no entanto, relembramos que a secreção cutânea produzida por estes animais é irritante para os olhos e quando ingerida, pode provocar má disposição e alucinações. De qualquer forma, a coloração invulgar deste animal com manchas amarelas, que também poderá ter contribuído para as superstições, serve de aviso de que não é boa ideia ingeri-la.

Fontes:
LifeCharcos (https://lifecharcos.lpn.pt/vertebrados.php?id=40)
Loureiro, A. Ferrand de Almeida,N. Carretero, M.A. e Paulo, O.S. (eds.) (2008) Atlas dos Anfíbios e Répteis de Portugal. 1ª edição, Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Lisboa, 257 pp.
Revista Visão (http://visao.sapo.pt/ambiente/opiniaoverde/brunopinto/a-salamandra-de-pintas-amarelas=f651247)

Texto: Iolanda Rocha
Fotografia: Fernando Santos

Amanita Muscaria

NOMES VULGARES (POPULARES)
Amanita-mata-moscas.

MORFOLOGIA
Chapéu – jovem: Hemisférico; adulto: Convexo e por fim aplanado, com a margem mais ou menos estriada nos exemplares adultos.
Dimensão – Até 20 cm Ø.
Cutícula – Viscosa em tempo húmido, separável, coberta por flocos verrucosos brancos, regulares e dispostos concentricamente.
Cor – Vermelho escarlate, que pode esvanecer para alaranjado ou amarelo-alaranjado, salpicado de branco pelas verrugas, vestígio do véu universal, que são lábeis e desaparecem facilmente por lavagem ou com a idade.
Lâminas – Brancas, livres, apertadas, desiguais.
Pé – 810-25 x 2-3 cm; cilindráceo, bolboso, com a superfície flocosa a princípio, no final lisa, oco com a idade.
Anel – Amplo, membranoso, persistente, branco, com bordo flocoso por vezes amarelo.
Volva – Branca, friável, dissociada em verrugas flocosas dispostas mais ou menos regularmente sobre o bolbo

CARNE
Branca, densa, colorida de amarelo-laranja por baixo da cutícula do chapéu.
Odor – Não apreciável.
Sabor – Agradável herbáceo ou a avelã.

ESPORADA (COR)
Branca.

ECOLOGIA
Frequente em terrenos ácidos com preferência por cobertos de bétulas ou de coníferas, geralmente em grupos numerosos, e também em florestas mistas mas em menor abundância. Micorrízico. Final de verão, outono e primavera.

COMESTIBILIDADE
TÓXICO. Provoca intoxicação neurológica, com efeitos psicotrópicos, caracterizada por síndrome micoatropínica (período de incubação curto).

FONTE: Guia do colector de cogumelos

Horários de acesso aos rocódromos

ROCÓDROMO INDOOR

Horário para treinos de escalada desportiva e escalada de bloco

Segunda a sexta-feira

17h00 às 23h00*

*No horários das aulas de escalada o treino é limitado às vias disponíveis.

Terças-feiras, quintas-feiras e sábados

09h00 às 13h00

NOTA: O acesso ao rocódromo interior é condicionado pelo acesso ao interior da Nave Polivalente podendo este, por solicitação da C.M. de Espinho,  ser interditado devido à realização de eventos ou encerramento das instalações em dias de férias ou feriados.

Horário de aulas de escalada E3 – Escola de Escalada de Espinho

Segundas e quartas-feiras

18h30 às 20h00 – Sub 18

20h30 às 22h00 – Adultos

 

ROCÓDROMO OUTDOOR

O rocódromo outdoor encontra-se disponível 24/24, durante todo o ano.

Contactos

Agora é mais fácil contactares o clube!

Morada

NÚCLEO DE MONTANHA DE ESPINHO

Nave Polivalente de Espinho

Rua da Nave, Lugar de Sales, Silvalde, 4500-474 Espinho

Envio de correspondência

NÚCLEO DE MONTANHA DE ESPINHO

Apartado 179

Loja CTT Espinho

4500-217 Espinho

Contacto telefónico

914055554

E-mail

Presidente da Direcção: eva.antunes@montanha.org

Secretaria: secretaria@montanha.org

Tesouraria: tesouraria@montanha.org

Trilhos dos Pernetas

Treino duro, prova fácil

O Sr. Director a dar à perna para chegar a casa a horas de fazer o almoço.

Uma vez mais, uma pequena demonstração da nova disciplina de trail sincronizado
Carla Monteiro a superar com sucesso a travessia do rio Douro.
Raúl Silva (a não conseguir igualar a Carla Monteiro na travessia).
As inscritas na Corrida que foram passear.
Fatal como o destino.
Afinal ganhamos o quê?
Esta prova já merece pontuar no tripadvisor

Via Sacra

A ideia era fazer uma actividade de montanhismo clássica, ao som do chilrear da passarada e apreciando a flora local. Bastaria o mapa e uma ideia do percurso a seguir para nos concedermos o privilégio de andar perdidos por entre maciços graníticos e ribeiros de águas cristalinas. Os 18 graus que se faziam sentir logo pelas 9 da manhã anteviam o já habitual escaldão, seguindo-se o também já habitual sermão “Não tens protector solar?“.

A última vez que andei por estas bandas foi numa travessia realizada em 2005 na companhia do João Gil, do Ricardo Carmo e do Topas. O facto de já terem passado 14 anos desde esta incursão trouxeram-me saudades e fizeram-me sentir em dívida com este local, merecedor de visitas mais assíduas. Grande parte da minha paixão pelos espaços naturais teve aqui a sua origem e é um património que espero possa ser passado para as gerações vindouras, pelo menos, nas mesmas condições em que o conheci.

Eu + Topas + Ricardo Carmo + João Gil algures acima das nuvens (2005)
Algures no monte

Para esta actividade lá consegui convencer o Fofoni e o Fernando Santos a deixarem a Serra de Valongo para outras calendas, argumentando que sempre poderíamos fazer algumas partes do percurso em ritmo de corrida. Sendo eu o elo mais fraco desta tríade antevia-se empeno pela certa.

3 moços (foto: Fernando Santos)

Os trilhos estavam razoáveis, notando-se alguma proliferação excessiva de mariolas, em alguns troços, e a ausência das mesmas, noutros, que tornam confusa a orientação.

Heidi (foto: Fofoni)
Uma casa na pradaria (foto: Fernando Santos)

No percurso ainda foi possível o avistamento de um conjunto de cabras selvagens que, indiferentes à nossa passagem, seguiram a sua subida da encosta.

Uau! (Foto: Fernando Santos)
Little Ordesa (foto: Fernando Santos) 

O Gerês marca-nos. Sobretudo a urze e o tojo ao nível das pernas. Nada que nos incomode, ou não fizéssemos parte integrante do núcleo das montanhas de espinhos.

Este percurso acabou por ser para mim uma autêntica Via Sacra. Para além dos espinhos cravados nas pernas, houve ainda direito a apedrejamento na descida dos Carris. Os pés de bailarina há muito que não eram triturados em pancadas sucessivas de quartzo, feldspato e mica. O Fofoni, tornado Rabino ao longo do percurso pela radiação solar, forçou o ritmo até à Portela de Leonte. Durante este calvário várias vezes dirigi a palavra aos céus, na esperança que um kick final de energia me invadisse e conseguisse novamente voltar a correr.

Forcinha nas pernas, porque me abandonaste?“, gemia eu, olhando para a estrada que não parava de subir. Ao chegar ao estacionamento, morri.

João Graça

PS: Conforme as escrituras ressuscitei ao terceira dia. Ainda meio empenado mas já pronto para mais uma volta.

Trail das bifanas 2019

Uma vez mais estivemos presentes na edição do Trail das Bifanas, desta feita na versão sunset without sun. O nível competitivo deste evento melhora de ano para ano, sendo de destacar o primeiro lugar da geral obtido pelas bifanas, logo seguidas a escassos segundos de um par de minis. O bolo de cenoura manteve a regularidade de resultados, acompanhado de perto pelo recém chegado pudim. Já a equipa formada pelas padas e batatas fritas arrecadou o prémio de maior número de participantes, contando contudo com algumas desistências.

PS: Os pastéis de chaves foram desclassificados pois foram sujeitos ao controlo anti-dopagem pelo Nuno Raposo antes do início da prova, tendo acusado positivo.

Plano de actividades 2019

O Plano de Actividades do Núcleo de Montanha de Espinho para o ano de 2019 dá continuidade às actividades regulares actualmente em curso e calendariza as actividades pontuais que se pretende levar a efeito. É certo que a realização da grande maioria das actividades depende das condições meteorológicas verificadas sendo que, caso não seja possível a sua realização na data planeada, proceder-se-á à sua remarcação.

As actividades encontram-se divididas pelas seguintes secções: Escalada, Trail Running e Montanhismo.

As actividades que têm como propósito a formação, ou rendimento desportivo, no domínio da escalada fazem parte do projecto E3 – Escola de Escalada de Espinho [E3].

As actividades que têm por objectivo a promoção dos desportos de montanha junto dos mais jovens integram o projecto Going.Up? [GOING.UP?].

No presente plano apenas é feita a referência a actividades cuja organização é da responsabilidade do Núcleo de Montanha de Espinho. A participação de atletas do clube em competições (escalada desportiva, escalada de bloco, trail running,…) encontram-se, como tal, fora do âmbito deste Plano.

CONDIÇÕES DE ACESSO ÀS ACTIVIDADES

 Atendendo à necessidade  de regulamentar as condições de acesso às actividades organizadas pelo Núcleo de Montanha de Espinho foi criada uma classificação das actividade, por níveis, de forma a garantir, acima de tudo, que a participação nas actividades organizadas pelo Núcleo de Montanha de Espinho se proceda em condições de segurança, promovendo a tomada de consciência dos associados para a necessidade de formação específica para a prática de desportos de montanha e escalada, bem como fomentar a aquisição de seguros desportivos para todos aqueles que, com alguma regularidade, participam nas actividades.

As condições de acesso às actividades variam em função do objectivo da actividade, do risco associado à prática desportiva e do perfil dos potenciais participantes. Cabe ao responsável pela organização da actividade a verificação do cumprimento das condições de acesso de cada um dos participantes.

Relembra-se a possibilidade de, com antecedência devida, por ser adquirido através da FPME um Seguro Desportivo diário, com cobertura da quase totalidade das actividades praticadas.

NÍVEL I – Actividade de acesso exclusivo a associados NME, com situação perante o clube devidamente regularizada, sendo obrigatória a posse de Seguro Desportivo com cobertura para prática da actividade;

NÍVEL II – Actividade de acesso exclusivo a associados NME, com situação perante o clube devidamente regularizada, sendo aconselhada a posse de Seguro Desportivo com cobertura para prática da actividade;

NÍVEL III – Actividade dedicada a associados NME, com situação perante o clube devidamente regularizada, podendo cada sócio convidar um outro participante (não sócio), sendo aconselhada a posse de Seguro Desportivo com cobertura para a prática da actividade. Poderá ser necessária a assinatura de Termo de Responsabilidade por parte dos participantes que não detenham Seguro Desportivo;

 NÍVEL IV – Actividade aberta ao público, com eventual necessidade de inscrição prévia;

PLANO DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES REGULARES

SECÇÃO DE ESCALADA

  • Treinos de escalada desportiva e escalada de bloco [NÍVEL I]

Local: Rocódromos da Nave Polivalente de Espinho

Horário de acesso ao Rocódromo interior:

Segundas e Quartas-feiras das 18h30 às 22h00;*

Terças e Quintas-feiras das 09h00 às 13h00 e das 17h30 às 23h00;*

Sábados das 09h00 às 13h00;*

*Excepto durante o mês de Agosto e durante períodos de encerramento da Nave Polivalente de Espinho

Horário de acesso ao Rocódromo exterior:

Aberto todo o ano;

  • Aulas de escalada desportiva [NÍVEL I] [E3]

Local: Rocódromos da Nave Polivalente de Espinho

Horário:

Segundas e Quartas-feiras das 18h30 às 20h00 (sub 18) e das 20h30 às 22h00 (adultos);*

*Excepto durante o mês de Agosto e durante períodos de encerramento da Nave Polivalente de Espinho

SECÇÃO DE TRAIL RUNNING

  • Treinos de trail running [NÍVEL III]

Local: Partida e chegada na Nave Polivalente de Espinho

Horário:

Quintas-feiras, das 22h30 às 24h00**

**Poderá haver alterações pontuais, agendadas no treino anterior;

ACTIVIDADES PONTUAIS

SECÇÃO DE ESCALADA

  • 20 de Janeiro – Serra de Sicó – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 23 de Fevereiro – Serra da Freita (Cabaços) – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 23 de Março – Serra de Valongo (Sra. do Salto) – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 14 de Abril – Serra de Valongo – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 25 de Maio – Serra d´Arga – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 1, 2 e 9 de Junho – Serra de Sicó / Serra de Valongo – Curso de iniciação à escalada [NÍVEL IV] [E3]
  • 08 a 10 de Junho – Serra da Arada – Trail Running + Climbing Camp [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 13 de Julho – Serra de Valongo – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 21 de Setembro – Serra de Valongo – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 12 de Outubro – Serra da Freita – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 09 de Novembro – Serra de Valongo – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]
  • 07 de Dezembro – Serra de Sicó – Workshop de escalada em rocha [NÍVEL IV] [E3]

SECÇÃO DE TRAIL RUNNING

  • 12 de Janeiro – Serra da Freita [NÍVEL III]
  • 02 de Fevereiro – Serra da Freita [NÍVEL III]
  • 16 de Março – Serra da Freita [NÍVEL III]
  • 23 de Março – Serra de Valongo [NÍVEL III]
  • 11 de Abril – Serra do Marão [NÍVEL III]
  • 18 de Abril – Serra de Valongo – Valongo By Night [NÍVEL III]
  • 08 a 10 de Junho – Serra da Arada – Trail Running + Climbing Camp [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 06 de Julho – Serra de Valongo [NÍVEL III]
  • 17 de Agosto – Serra de Arada [NÍVEL III]
  • 14 de Setembro – Serra de Valongo (Santa Iria) [NÍVEL III]
  • 12 de Outubro – Serra da Freita [NÍVEL III]
  • 09 de Novembro – Serra de Valongo (Santa Justa) [NÍVEL III]
  • 26 de Dezembro – Serra da Freita – PR7 by Night [NÍVEL III]

SECÇÃO DE MONTANHISMO

  • 20 de Abril – Serra do Gerês – Pedestrianismo [NÍVEL III]
  • 25 de Abril – Serra da Lousã – Pedestrianismo [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 04 e 05 de Maio – Serra da Arada – Fastpacking [NÍVEL II]
  • 24 e 25 de Maio – Serra do Gerês – Fastpacking [NÍVEL II]
  • 08 a 10 de Junho – Serra da Arada – Pedestrianismo [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 13 e 14 de Julho – Serra da Estrela – Montanhismo [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 29 e 30 de Julho – Picos de Europa – Fastpacking [NÍVEL II]
  • 06 de Outubro – Serra da Freita – Pedestrianismo [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 1 a 3 de Novembro – Serra do Gerês – Montanhismo [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 07 de Dezembro – Serra de Valongo – Pedestrianismo [NÍVEL III] [GOING.UP?]

OUTRAS ACTIVIDADES

  • 17 de Junho – Nave Polivalente de Espinho – Sessão Técnica “Canyoning” [NÍVEL II];
  • 20 de Junho – Canyoning – Serra do Gerês – Ribeiro da Carcerelha [NÍVEL I];
  • 24 e 25 de Agosto – Serra da Arada – Acampamento de Aniversário – Bioparque [NÍVEL III] [GOING.UP?]
  • 14 de Setembro – Dia D – Nave Polivalente [NÍVEL IV]
  • 11 de Dezembro – Comemoração do Dia Internacional da Montanha [NÍVEL IV];
  • 14 de Dezembro – Jantar de Natal [NÍVEL IV]

Subscreve o calendário Google das Actividades do clube!

Actividades gerais

Actividades da Secção de Escalada

Actividades da Secção de Montanhismo

Actividades da Secção de Trail Running

TraiL running, race walking

Ninguém pode dizer que não sabia ao que ía. O Pisão Extreme Race prometia dureza e tal foi cumprido. Os Deuses da montanha já sabiam que mesmo com condições meteorológicas fantásticas ía haver sangue e talvez por isso tenham resolvido poupar os que se atreveram nesta loucura. Parabéns ao Fernando Santos e ao Fofoni pela superação! Parabéns também ao Geraldo Santos pelo regresso ao monte.

Seguro Desportivo CAF 2018/2019

O Seguro Desportivo CAF é válido de Outubro de 2018 a Setembro de 2019.

Este seguro integra Responsabilidade Civil e Acidentes Pessoais.

Na primeira vez que é activado o seguro CAF é necessário enviar para o clube um atestado de robustez física, válido para as posteriores renovações.

Deverá ser enviado o nome e contacto telefónico de pessoa a contactar em caso de emergência.

Os valores apresentados incluem a emissão da Licença Federativa FPME.

Mais informação  aqui.

Há dúvidas?

Quero desesperadamente inscrever-me no Núcleo de Montanha de Espinho. O que tenho de fazer?

a) Imprimir, preencher e digitalizar a Ficha de inscrição;

b) Anexar cópia digitalizada do cartão de cidadão;

c) Anexar foto digital tipo passe;

d) Anexar comprovativo de pagamento do valor da jóia (10,00€) acrescido do valor da quota anual (20,00€ adultos; 10,00€ sub 18 à data da inscrição) preferencialmente através de transferência bancária para a conta:

PT50 0018 2115 03502895020 50

e) Enviar todos estes documentos digitalizados para secretaria@montanha.org;

f) Receber confirmação da inscrição por e-mail;

Já está!

O que preciso fazer para ter acesso aos rocódromos do Núcleo de Montanha de Espinho?

a) Inscrição e pagamento de quotas regularizados;

b) Seguro FPME nível 3 ou superior (ou outro seguro que cubra a prática de escalada desportiva);

Quais os horários de acesso ao rocódromos do Núcleo de Montanha de Espinho?

a) De segunda a sexta-feira, das 17:00 às 23:00;

b) Terças, Quintas e Sábados, das 09:00 às 13:00;

Nota: O acesso ao rocódromo indoor depende da abertura da Nave Polivalente. O rocódromo outdoor está aberto 24/24.

Pagamentos de jóia, quota ou seguro

Os pagamentos ao clube deverão, preferencialmente, ser realizados por transferência bancária para a conta NME no Banco Santander:

PT50 0018 2115 03502895020 50

Após realizada a transferência deverás enviar o comprovativo para secretaria@montanha.org

Porém, a partir de agora poderás também efectuar pagamentos directamente a João Graça (presidente da Direcção) ou Geraldo Santos (tesoureiro). Após a recepção dos pagamentos receberás um e-mail a confirmar o recebimento dos mesmos.

We will be back!

6 de Outubro de 2011.  Estamos no top da via “Oeste” (300m, V) da Aguja Negra, nos Galayos, Serra de Gredos. Os antebraços acusam o tamanho da via e a névoa que se vai instalando à nossa volta lembra-nos a urgência em baixar para o refúgio.

Grande no Topo da Aguja Negra

Porém, momentaneamente, a névoa dissipa-se e permite-nos olhar em redor. A vista do Tórreon desde a Aguja Negra mostra-nos todo o seu esplendor e justifica a fama que esta agulha carrega. Uma seta de granito apontada aos céus. Uau!

“Temos de cá voltar!”

Vista do Tórreon desde a Aguja Negra

21 de Setembro de 2018. 18h30

Hora combinada para a saída de Espinho. A Eva e o Zé estão em pulgas. Apanhamos o Marco em casa e siga em direcção a Nogal del Barranco. O plano é simples: bivacar no parque de estacionamento, fazer a aproximação ao Tórreon passando pelo refúgio Victory, ascender o Tórreon pela via Direta Sur Clássica (140m, V/V+) e baixar novamente até Nogal del Barranco para pernoitar. Deste modo teríamos apenas de carregar o material necessário para a escalada sem necessidade de pernoitar na base da parede.

Chegamos a Nogal del Barranco e o parque de estacionamento está… cheio! Parece que não fomos os únicos a aproveitar o fim de semana solarengo para vir Galayar…

22 de Setembro de 2018

Let´s rock & roll!

Acordamos ainda o sol vinha a caminho. A temperatura estava óptima e a vontade de pôr as mãos na rocha era muita. Separado o material para as duas cordadas começamos a aproximação que, para quem tem de se preparar para as provas de trail que se avizinham, vinha mesmo a calhar.

Refúgio Victory

A temperatura elevada começava a fazer as primeiras vítimas. Neste mesmo dia estava a decorrer o Ultra Trail de Gredos com passagem pelos Galayos (o refúgio situava-se ao km 63 da prova de 80 km). Os primeiros atletas apareciam a pedir água ainda estando longe do refúgio. Mal sabiam eles que o único ponto de abastecimento de água era a fonte situada no trilho para Nogal del Barranco e que esta apenas deixava cair um fiozinho de água…

“Upa, upa!”

Avançamos em direcção ao Tórreon e, para acelerar a ascensão, decidimos que apenas formaríamos uma cordada. Eu seria o varredor de serviço (na última vinda aos Galayos tivemos de abandonar um entalador na via e uma cordada que estava agora a escalar na face norte do Tórreon tinha acabado de deixar um friend lá entalado…)

À sombra dos gigantes

Conseguimos dar relativamente bem com o início da via. Um pitão numa placa vertical denunciou a localização. A Eva ameaçou que se não a deixassem abrir este largo atirava-se dali abaixo. Lá teve de ser…

Eva no primeiro largo da via

Chegamos à primeira reunião desde a qual já se tinha uma vista bastante aérea da Aguja Negra. O Zé abriu o segundo largo mas teve de tirar senha para montar a reunião. O sono começou a atacar…

Vista do patamar da primeira reunião

 

Vista da Aguja Negra com escaladores no cume

O patamar da segunda reunião já era bastante cómodo e sombreado. Daqui já era possível ver o diedro do terceiro largo.

Zé a abrir o terceiro largo

 

Eva a arrancar para o terceiro largo

 

Eva e Marco no terceiro largo da via

O quarto largo é uma pequena travessia no topo do Tórreon cujas descrições de várias ascensões apresentam como sendo algo de muito exposto e aéreo. De duas, uma: ou o chamamento para uma cerveja no refúgio nos toldou os sentidos ou as descrições são um tanto um quanto exageradas.

Eu, num dos largos da via

A verdade é que acabamos os quatro encavalitados no topo do Tórreon. Uns, a comer sandes de panado, outros, em sessões fotográficas.

A foto de cume

 

Nada como uma sande de panado no topo do Tórreon

A selfie obrigatória

O sol já se tinha posto e o vento começava a soprar (o que para alguém que está montado num bloco de granito em calções e t-shirt não é assim tão agradável). A partir dali foi baixar até ao refúgio onde, já no escuro da noite, a ambicionada cerveja nos aguardava.

Going down?

Restava agora descer os 5 km com 900m de desnível até ao estacionamento. Prueba superada!

Rising of the moon @ Galayos

 

Croqui da via

Para mais informações sobre os Galayos consultem isto.

SEGUROS DESPORTIVOS

A partir do dia 01 de Janeiro de 2019 o Núcleo de Montanha de Espinho apenas considerará como sendo válidos os seguros desportivos que cumpram os requisitos impostos legalmente, nomeadamente no que concerne aos valores de capitais mínimos.

Deste modo, o acesso aos rocódromos será limitado a sócios que evidenciem a posse de seguro desportivo válido.

O seguro desportivo E3 (20,00€, anual), destinado exclusivamente aos alunos da Escola de Escalada de Espinho, cumpre os requisitos impostos legalmente. Este seguro apenas é válido para a prática de escalada durante o horário das aulas.

SEGUROS DESPORTIVOS

FPME 

Válido 01.01.2019 a 31.12.2019

Licença Federativa (16,00€) + Seguro Nível 3 (51,00€) = 67,00€

CAF

Válido de Outubro 2018 a Setembro 2019

Licença Federativa + Seguro (nascidos antes de 01/01/95):  89,90€

Licença Federativa + Seguro (nascidos entre 01/01/95 e 01/01/2001): 64,10€

Licença Federativa + Seguro (nascidos depois de 31/12/2000): 57,30€

Categoria/Nível

Condições a 01/01/2019

PREÇOS

T1 Idade superior ou igual a 25 anos

(nascidos antes de 01/01/1995)

89,90€
J1 De 18 a 24 anos

Nascidos entre 01/01/95 e antes 01/01/2001

64,10€
J2 Menos de 18 anos

Nascidos depois de 31/12/2000

57,30€
C1 Esposa/esposo de um membro CAF 64,90€
E1 Filhos de um membro com idade compreendida entre 18 e 24 anos (nascidos entre 01/01/95 e 31/12/2000) 52,70€
E2 Filho de um membro com menos de 18 anos (nascido despois de 31/12/2000) 46€
A1 Mais de 65 anos

Nascidos antes de 01-01-54 e com cartão CAF antes de 01-09-2009

80,50€
S1 Guias de Montanha 82€

Apoio à competição desportiva

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À COMPETIÇÃO DESPORTIVA PARA ATLETAS NME (versão final)

1.        Podem usufruir das condições do programa de apoio à competição desportiva os associados NME que à data da realização das provas se encontrem devidamente inscritos no NME e com o pagamento de quotas regularizado;

2.        O apoio à competição será prestado as atletas praticantes de escalada (dificuldade, bloco, velocidade) e trail running;

3.        Os atletas de competição deverão estar inscritos, através do NME, nas Federações / Associações consideradas como representativas das modalidades desportivas a nível nacional, de forma a pontuarem para os respectivos  Campeonatos / Taças Nacionais :

a)       Escalada (dificuldade, bloco, velocidade)

FPME – Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada

b)       Trail Running

ATRP – Associação Portuguesa de Trail Running

4.        O apoio prestado aos atletas e as condições de acesso ao mesmo são função dos resultados desportivos obtidos e da relevância da prova:

ESCALADA (DIFICULDADE, BLOCO, VELOCIDADE)

Provas integrantes do Calendário FPME

Apoio: Pagamento integral da inscrição na prova;

Condições de acesso: Primeiros três classificados (pódio), por escalão, por sexo;

Outras provas (nacionais e internacionais)

Apoio e Condições de acesso: a definir pela Direcção NME em função da prova em causa;

TRAIL RUNNING

Provas integrantes do Calendário ATRP

Apoio: Pagamento integral da inscrição na prova;

Condições de acesso: Primeiros cinco classificados (top 5), por escalão, por sexo, ou primeiros 20 classificados (top 20) da classificação geral;

Outras provas (nacionais e internacionais)

Apoio e Condições de acesso: a definir pela Direcção NME em função da prova em causa;

5.        Os atletas que beneficiem de apoio comprometem-se em todas as provas em que participem, durante a época desportiva correspondente, fazê-lo como sendo atletas pertencentes à equipa NME;

6.        Os apoios anteriormente descritos poderão ser revistos em qualquer momento pela Direcção do NME em função dos resultados obtidos e de eventuais apoios/patrocínios angariados;