Arquivo da Categoria: trail running

Carla Monteiro é PENTA!

Carla Monteiro terminou a sua quinta “ronda”!

101 Km em 18h00m49s!

Em declarações prestadas pelo seu mental coach, Pedro Bernardo, logo após o cortar da meta pela atleta: “…já há algum tempo que o alcançar do penta ocupava grande parte do meu pensamento. Estou muito feliz e resta-me agora descansar deste empeno.”

NME presente no Boticas Trail 2018

Rui Martins participou no passado dia 29 de Abril no Boticas Trail. O atleta do NME referiu que esta prova serviu de treino para os treinos das quintas-feiras à noite e que neste momento apenas está focado em bater o seu recorde pessoal de cinco minis por minuto.

Boticas Trail 2018 Promocional!

Temos o prazer de anunciar que as inscrições para a edição 2018 do Boticas Trail – Caminhos do Galaico encontram se abertas. Mais um edição que conta com um conceito inovador que visa integrar toda a família num só evento, tendo como palco o Boticas Parque – Natureza e Biodiversidade.Trail Longo Trail Curto Mini Trail Caminhada 29 de Abril 2018 Inscreva-se no link: http://www.boticastrail.com/incricoes.html

Geplaatst door Boticas Trail – Caminhos do Galaico op woensdag 17 januari 2018

 

ZELA ULTRA MARATHON

José Silva e Rui Martins participaram na Zela Ultramarathon que se realizou por terras de Vouzela no passado dia 8 de Abril.  Segundo as declarações de José Silva a prova “…foi uma brincadeira para crianças. Nada que se compare com um treino com o Fernando Santos no Coteiro“.

De salientar o facto de,  estando esta prova inserida no calendário da Federação Campista, ser obrigatório o transporte durante todo o percurso de uma tenda, não vá as condições meteorológicas agravarem ou dar o soninho…

Centro de Trail de Valongo

A véspera de feriado pareceu a altura ideal para dar um salto ao recém criado Centro de Trail de Valongo. A previsão meteorológica para a noite de quinta-feira prometia umas tréguas que se vieram a confirmar.  O trilho escolhido foi o Trilho da Santa Justa. “Ora vamos lá dar a voltinha do costume…” pensávamos nós.

Arrancamos do parque de estacionamento e as primeiras impressões foram boas. A sinalética era a suficiente e os reflectores funcionavam na perfeição. Passamos a Santa e começamos a descer. Rolar, rolar,… eh lá! Um corte à esquerda! Isto é novidade! Yupiii… siga até Couce!

Vamos então então à segunda subidita… Oi! Uma moutinhada! Yupiii… outra vez.

Começam a cair umas pingas. Falta 1 km para o carro! Siga!

O relógio marca 12,10 km. Bingo!

Parabéns ao Luís Pereira e a toda a equipa que preparou este Centro de Trail. Ficou o desejo de provar os outros trilhos. Não é fácil surpreender em Valongo mas ainda assim o Trilho de Santa Justa conseguiu fazê-lo. Tem algum desnível mas sem exagerar, estradões para acelerar, single tracks para desfrutar, moutinhadas para maldizer e um bar na meta.  É justo!

Centro de Trail de Valongo

Ao encontro da neve e em fuga do Félix

Mais uma vez, o NME rumou em direcção à Freita, na expectativa de encontrar paisagens cobertas com mantos de neve. Para a convocatória, estavam alinhados 5 pseudo atletas, dos quais só 3 + uma compareceram ao chamamento. Isto de levantar pelas 6 horas da manhã para levar com o Félix nos costados não é para todos.

É nestes momentos que surgem as desculpas mais esfarrapadas, o nosso flaviense preferiu o conforto do sofá, mas acredita que o pão da Farrapa está à altura dos pasteis de Chaves. Quanto ao “Piscinas”, parece que agora quer dedicar-se ao triathlon, não me parece que seja o momento oportuno para tal dedicação, constou-me que anda um mar esquisito para tal prática. Boa sorte.

Quanto aos resistentes, (os que já esgotaram o cardápio de desculpas) o Hemodiálise como prometido foi varrendo a malta e apanhou-nos a mim e ao Zezão seguindo caminho cheios de sono.
Pela viagem, breve paragem na Farrapa para confirmar se o stock de Pão de Deus estava conforme.

Café da manhã tomado e apetrechos montados, lá iniciamos pelas 7h no Parque de Merendas do Merujal, seguimos sem rota definida, mas de imediato já estávamos encaixados no GR28, foi o nosso fio condutor para um passeio aprazível.


A serra estava divinal, com as cores de inverno a acentuarem uma carga pesada ao retrato, parecendo uma imagem da Irlanda como dizia o Hemodiálise. Os cursos de água, riachos, ribeiros e pequenos afluentes, transbordavam desalmados e fustigavam os nossos pés. Na passagem pelo Vidoeiro, não fomos brindados com a desejada neve, afinal isso é para meninos, a serra decidiu proporcionar-nos uma bela massagem de granizo… Parece que vinha afiada.


Pelos trilhos, quem se deleitava com estas intempéries era a “+ uma”, até fez um mergulho acrobático num charco só para nos provocar.
Neste playground de 2 horas, tivemos tempo de passar junto da Nascente do Rio Caima, na represa de Albergaria da Serra e no mítico Marco Geodésico de S. Pedro Velho.


Para fechar as hostilidades, não demos a nossa parte fraca e fomos fechar a volta no Cantinho da Farrapa com mistas de pão d´água e cerveja. Bem bom.


Bom resto de domingo e boa semana.

Fofoni

https://www.facebook.com/fofoni/videos/1905406626158798/

Neve. Give. Up!

Um ano depois de termos enterrado os pés na neve enquanto corríamos até ao marco geodésico de S. Pedro-o-Velho, vindos desde Chão de Ave, era tempo de repetir a dose. O passeio resultou em 17 km com direito a uma Moutinhada que não estava no programa inicial das festividades e a uma paragem obrigatória na Farrapa para o abastecimento final. Não houve neve. Houve pão de Deus por ser domingo.

Je Sui Ta ou NME@STUT

Duas semanas depois da visita aos blocos de Assunçãobleau o NME voltou a Santo Tirso desta feita para participar nas várias distâncias constituintes do STUT – Santo Thyrso Ultra Trilhos.

Os trilhos revelaram-se bastante “rápidos” (comparando com a recente prova de Santa Iria) tendo sido possível passar em alguns lugares que conseguiram surpreender pela elevada beleza natural e patrimonial.

Como balanço poder-se-á afirmar que em Santo Tirso mais vale uma boa presa de pés do ficar com os pés presos.

Peneda Gerês Trail Adventure – Trail Solidário

25 km, 1500 d+

Nada melhor para terminar a Via Sacra com destino à Madeira do que esta prova. Tem tudo! Desnível, trilhos técnicos, ambiente, estradões, cerveja, paisagens, água, sol, … como na farmácia! Parabéns Carlos Sá por esta visita guiada e pela oportunidade de descobrir novos caminhos. A opinião dos participantes estrangeiros é unânime. Prova top. Talvez por isso haja já uma legião de repetentes. Portugal pode não ter grandes montanhas. Compensa com a grandiosidade das suas gentes.