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Apoio à competição desportiva

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À COMPETIÇÃO DESPORTIVA PARA ATLETAS NME (versão final)

1.        Podem usufruir das condições do programa de apoio à competição desportiva os associados NME que à data da realização das provas se encontrem devidamente inscritos no NME e com o pagamento de quotas regularizado;

2.        O apoio à competição será prestado as atletas praticantes de escalada (dificuldade, bloco, velocidade) e trail running;

3.        Os atletas de competição deverão estar inscritos, através do NME, nas Federações / Associações consideradas como representativas das modalidades desportivas a nível nacional, de forma a pontuarem para os respectivos  Campeonatos / Taças Nacionais :

a)       Escalada (dificuldade, bloco, velocidade)

FPME – Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada

b)       Trail Running

ATRP – Associação Portuguesa de Trail Running

4.        O apoio prestado aos atletas e as condições de acesso ao mesmo são função dos resultados desportivos obtidos e da relevância da prova:

ESCALADA (DIFICULDADE, BLOCO, VELOCIDADE)

Provas integrantes do Calendário FPME

Apoio: Pagamento integral da inscrição na prova;

Condições de acesso: Primeiros três classificados (pódio), por escalão, por sexo;

Outras provas (nacionais e internacionais)

Apoio e Condições de acesso: a definir pela Direcção NME em função da prova em causa;

TRAIL RUNNING

Provas integrantes do Calendário ATRP

Apoio: Pagamento integral da inscrição na prova;

Condições de acesso: Primeiros cinco classificados (top 5), por escalão, por sexo, ou primeiros 20 classificados (top 20) da classificação geral;

Outras provas (nacionais e internacionais)

Apoio e Condições de acesso: a definir pela Direcção NME em função da prova em causa;

5.        Os atletas que beneficiem de apoio comprometem-se em todas as provas em que participem, durante a época desportiva correspondente, fazê-lo como sendo atletas pertencentes à equipa NME;

6.        Os apoios anteriormente descritos poderão ser revistos em qualquer momento pela Direcção do NME em função dos resultados obtidos e de eventuais apoios/patrocínios angariados;

 

Melgaço Alvarinho Trail

Tinha tudo para ser um Trail inesquecivel…e foi.
A organização acenava com argumentos de peso.
Venham fazer um trail, subir a 1242m de altitude (Cabeça do Pito) bebam do nosso afamado Alvarinho e até oferecemos águas com gás.
Posto isto, a Carla e a Alice resolveram vir também.
Não as censuro, apesar de na minha cabeça e na do Fernando só estar 2576mD+, concordo que o cartaz é muito duvidoso.
As dificuldades começaram na véspera, por razões várias, ninguém dormiu nada de jeito, o cansaço era tal que a dada altura da viagem o Fernando tomou como direção Caminha quando devia ter seguido Valença.
Já em Melgaço depois de quase 2h de viagem o levantamento dos dorsais foi coisa de meninos e a organização presenteou-nos com o café da manhã, café e queque, maravilha.
Na barraquinha do pequeno almoço um espanhol recusa o bolo e quer só tomar o café.
“Coma que vai precisar, se não quiser comer agora leve consigo, olhe que ainda se vai arrepender, vai precisar de toda a energia.” dizia a senhora.
“Desnível positivo, meninas, desnível positivo, a gente veio cá pela dureza da prova, estão a ver, vai ser malhar monte o dia todo”, pensava eu, mas calado claro, nunca se perturba mulheres no seu estado mais puro de compenetração mental pré-trail.
Eu não sei se foram os 1242m ou se o vinho, o certo é que os paparazzi estavam lá todos, eram 10 os fotógrafos credenciados para o evento.
Fico sempre desconfiado quando começam a disparar a torto e a direito antes das provas, penso sempre que é para fazer uma comparação do antes e do durante, é que do depois nem sempre dá para comparar.
A ULTRA era fácil de ler, 6km de trail, um estaladão de 8km, 8km a descer, um montinho para ultrapassar, uma marretada de 900mD+ e finalizava com 14km a descer até à meta.
Meus amigos, quem quisesse ver a Cabeça do dito tinha que levar com a prima do Estanquinhos, a nossa sorte é que estava nevoeiro cerrado e não deu para desmoralizar.
O trail curto era basicamente levar com um estaladão bem assente no focinho e ir direitinhas para casa, quer dizer, meta.
A organização demonstrou desde cedo que não estava para brincadeiras, percurso muito bem marcado, staff numeroso, sempre simpáticos e bons abastecimentos.
O percurso era muito variado, fizeram um traçado de prova espectacular, com o nevoeiro perdeu-se muito da prova, mas se estava céu limpo e calor, ai, ai meus meninos, íamos cair como tordos.
A Carla e a Alice foram bravas, levaram o estaladão e concluíram a prova muito antes de dezenas de outros que ali tombaram ou que até perderam o norte, tal a violência do embate.
O Fernando esqueceu-se que tínhamos ido todos no mesmo carro e quis despachar a coisa, eu demorei mais duas horas do que ele porque ao quilometro 44 serviam presunto e Alvarinho e como estava com sede em vez de descer o que faltava em direção à meta comecei outra vez a subir o monte, nem achei estranho ter passado por tantos atletas que vinham a descer. Na minha cabeça só podia ser uma de duas coisas, ou não comeram o queque, ficaram sem forças e desistiram ou então viram a Cabeça do Pito e assustaram-se.
Texto: Mika Magalhães

Carla Monteiro é PENTA!

Carla Monteiro terminou a sua quinta “ronda”!

101 Km em 18h00m49s!

Em declarações prestadas pelo seu mental coach, Pedro Bernardo, logo após o cortar da meta pela atleta: “…já há algum tempo que o alcançar do penta ocupava grande parte do meu pensamento. Estou muito feliz e resta-me agora descansar deste empeno.”

NME presente no Boticas Trail 2018

Rui Martins participou no passado dia 29 de Abril no Boticas Trail. O atleta do NME referiu que esta prova serviu de treino para os treinos das quintas-feiras à noite e que neste momento apenas está focado em bater o seu recorde pessoal de cinco minis por minuto.

Boticas Trail 2018 Promocional!

Temos o prazer de anunciar que as inscrições para a edição 2018 do Boticas Trail – Caminhos do Galaico encontram se abertas. Mais um edição que conta com um conceito inovador que visa integrar toda a família num só evento, tendo como palco o Boticas Parque – Natureza e Biodiversidade.Trail Longo Trail Curto Mini Trail Caminhada 29 de Abril 2018 Inscreva-se no link: http://www.boticastrail.com/incricoes.html

Geplaatst door Boticas Trail – Caminhos do Galaico op woensdag 17 januari 2018

 

ZELA ULTRA MARATHON

José Silva e Rui Martins participaram na Zela Ultramarathon que se realizou por terras de Vouzela no passado dia 8 de Abril.  Segundo as declarações de José Silva a prova “…foi uma brincadeira para crianças. Nada que se compare com um treino com o Fernando Santos no Coteiro“.

De salientar o facto de,  estando esta prova inserida no calendário da Federação Campista, ser obrigatório o transporte durante todo o percurso de uma tenda, não vá as condições meteorológicas agravarem ou dar o soninho…

Centro de Trail de Valongo

A véspera de feriado pareceu a altura ideal para dar um salto ao recém criado Centro de Trail de Valongo. A previsão meteorológica para a noite de quinta-feira prometia umas tréguas que se vieram a confirmar.  O trilho escolhido foi o Trilho da Santa Justa. “Ora vamos lá dar a voltinha do costume…” pensávamos nós.

Arrancamos do parque de estacionamento e as primeiras impressões foram boas. A sinalética era a suficiente e os reflectores funcionavam na perfeição. Passamos a Santa e começamos a descer. Rolar, rolar,… eh lá! Um corte à esquerda! Isto é novidade! Yupiii… siga até Couce!

Vamos então então à segunda subidita… Oi! Uma moutinhada! Yupiii… outra vez.

Começam a cair umas pingas. Falta 1 km para o carro! Siga!

O relógio marca 12,10 km. Bingo!

Parabéns ao Luís Pereira e a toda a equipa que preparou este Centro de Trail. Ficou o desejo de provar os outros trilhos. Não é fácil surpreender em Valongo mas ainda assim o Trilho de Santa Justa conseguiu fazê-lo. Tem algum desnível mas sem exagerar, estradões para acelerar, single tracks para desfrutar, moutinhadas para maldizer e um bar na meta.  É justo!

Centro de Trail de Valongo

Ao encontro da neve e em fuga do Félix

Mais uma vez, o NME rumou em direcção à Freita, na expectativa de encontrar paisagens cobertas com mantos de neve. Para a convocatória, estavam alinhados 5 pseudo atletas, dos quais só 3 + uma compareceram ao chamamento. Isto de levantar pelas 6 horas da manhã para levar com o Félix nos costados não é para todos.

É nestes momentos que surgem as desculpas mais esfarrapadas, o nosso flaviense preferiu o conforto do sofá, mas acredita que o pão da Farrapa está à altura dos pasteis de Chaves. Quanto ao “Piscinas”, parece que agora quer dedicar-se ao triathlon, não me parece que seja o momento oportuno para tal dedicação, constou-me que anda um mar esquisito para tal prática. Boa sorte.

Quanto aos resistentes, (os que já esgotaram o cardápio de desculpas) o Hemodiálise como prometido foi varrendo a malta e apanhou-nos a mim e ao Zezão seguindo caminho cheios de sono.
Pela viagem, breve paragem na Farrapa para confirmar se o stock de Pão de Deus estava conforme.

Café da manhã tomado e apetrechos montados, lá iniciamos pelas 7h no Parque de Merendas do Merujal, seguimos sem rota definida, mas de imediato já estávamos encaixados no GR28, foi o nosso fio condutor para um passeio aprazível.


A serra estava divinal, com as cores de inverno a acentuarem uma carga pesada ao retrato, parecendo uma imagem da Irlanda como dizia o Hemodiálise. Os cursos de água, riachos, ribeiros e pequenos afluentes, transbordavam desalmados e fustigavam os nossos pés. Na passagem pelo Vidoeiro, não fomos brindados com a desejada neve, afinal isso é para meninos, a serra decidiu proporcionar-nos uma bela massagem de granizo… Parece que vinha afiada.


Pelos trilhos, quem se deleitava com estas intempéries era a “+ uma”, até fez um mergulho acrobático num charco só para nos provocar.
Neste playground de 2 horas, tivemos tempo de passar junto da Nascente do Rio Caima, na represa de Albergaria da Serra e no mítico Marco Geodésico de S. Pedro Velho.


Para fechar as hostilidades, não demos a nossa parte fraca e fomos fechar a volta no Cantinho da Farrapa com mistas de pão d´água e cerveja. Bem bom.


Bom resto de domingo e boa semana.

Fofoni

https://www.facebook.com/fofoni/videos/1905406626158798/

Neve. Give. Up!

Um ano depois de termos enterrado os pés na neve enquanto corríamos até ao marco geodésico de S. Pedro-o-Velho, vindos desde Chão de Ave, era tempo de repetir a dose. O passeio resultou em 17 km com direito a uma Moutinhada que não estava no programa inicial das festividades e a uma paragem obrigatória na Farrapa para o abastecimento final. Não houve neve. Houve pão de Deus por ser domingo.

Je Sui Ta ou NME@STUT

Duas semanas depois da visita aos blocos de Assunçãobleau o NME voltou a Santo Tirso desta feita para participar nas várias distâncias constituintes do STUT – Santo Thyrso Ultra Trilhos.

Os trilhos revelaram-se bastante “rápidos” (comparando com a recente prova de Santa Iria) tendo sido possível passar em alguns lugares que conseguiram surpreender pela elevada beleza natural e patrimonial.

Como balanço poder-se-á afirmar que em Santo Tirso mais vale uma boa presa de pés do ficar com os pés presos.